Encontro Pagão da Baixada Santista

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quarta-feira, 19 de março de 2014

O Lago de Medusa, comparação do Mito e Realidade.

Olá meus queridos....

Um tempo atrás passeando pela net li um texto do Valdir Callegari sobre um lago que nos lembra do mito de Medusa...
Primeiro vou dar uma rapidaaaa explicação sobre Medusa.

Medusa era uma das três Górgonas na mitologia Grega, em uma das versões de seu Mito, como sempre encontramos mais de uma versão, Medusa era uma Virgem do Templo de Atena, e como todas que seguiam e acompanhavam a Deusa a virgindade era algo sagrado a essa Deusa, que apesar de proteger os partos, castigava todas que a seguiam se não fosse virgem, e com Medusa não foi diferente devido sua petulância, que por ser uma bela mulher recebeu a investida de vários Deuses e Mortais, porem acabou por ceder as investidas de Poseidon deitando-se com ele no Templo de Atena, como castigo essa Bela Mulher foi transformada, no lugar de seus belos cabelos nasceram serpentes e para garantir que ficaria sozinha todo aquele que olhasse em seus olhos virariam pedra.


Agora imaginem que essa Deusa em outra versão vista como a única mortal de três irmãs filhas de antigas divindades marinhas possa ainda hoje se manifestar na Natureza.
Sim, podem acreditar na Tanzânia existe um lago chamado Nitrão ou lago Natrão onde criaturas desavisadas (assim como muitas vitimas de Medusa) acabam virando pedra, parece imaginação, mas é real inclusive um fotografo britânico o Nick Brandt registrou esses acontecimentos num livro chamado: “Across the Ravaged Land”, a tradução livre em português é: “Através do lago devastado”.

Não se sabe a causa exata da morte das aves, mas parece que o estranho reflexo que a superfície do lago produz as confunde, e eles se jogam na água da mesma maneira que alguns pássaros se chocam contra os cristais de uma janela. Tirei essas criaturas como eu as encontrei no litoral, e, em seguida, os coloquei em posições ‘vivas' - disse o fotógrafo à revista ‘New Scientist‘.

Agora qual a explicação para esse fato,  este é um lago salgado e alcalino, um lago com uma media de 3 metros de profundidade e de origem tectônica,  seu Ph é elevadíssimo e sua temperatura também, como todo lago possua a variação na sua profundidade e quando a maré está baixa, sempre nos revela segredos,  temperatura alta, muito alcalino e cor avermelhada são suas principais características.


Ele é um lago de sal. Significa que a água flui, para dentro dele, mas não flui para fora e, por isso, escapa através da evaporação produzindo uma alta concentração de diferentes sais e resíduos de diferentes minerais.
Este mesmo fenômeno ocorre em outras formações lacustres como o Mar Morto e o Great Salt Lake, no estado de Utah - EUA.

Porém, a singularidade do Natron em relação àqueles outros lagos salinos supracitados - é que neste lago as águas são extremamente alcalinas, devido aos altos níveis da substância química chamada NATRON, uma mistura de carbonato de Sódio e bicarbonato de Sódio.
A medição do índice de pH*  da água chega a alcançar 10.5, próximo ao teor da amônia.
Então diante disso só posso dizer que a Terra é o corpo da Deusa, que todo mito vem de uma observação do homem a natureza, então sempre encontraremos algo em algum momento que nos lembre de que o sagrado também está entre nós.
Um Lago que muitos chamam de Lago Medusa, pois assim como a Górgona transforma os desavisados que se aproximam em pedra.
Abençoada seja sempre a Mãe Natureza e que nos possamos aprender a ver o seu lado sagrado em cada momento em cada coisa que olhamos.



bjs e luz a todos
)O( Fréya Vivienne


Wikipédia.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A Evolução na forma que vemos os Deuses!


Estava lendo um texto da Rosane Volpatto que falava sobre a forma de ver as Divindades e suas mudanças.
Comecei a divagar em meu pensamento indo ao que conheço como o inicio da humanidade quando as únicas divindades eram o sol e a lua, passando então a ser a natureza a forma mais sagrada da divindade, enquanto homens e mulheres viviam nas cavernas a figura que importava era a da Deusa, pois ela que “engravidava” as mulheres e animais, fornecia os alimentos que plantavam da terra de forma mágica sem necessidade de cultivo.

Após isso teve uma oura mudança o Deus passou a ter sua importância ajudando os homens com a caça garantindo sua segurança e a comida da tribo.
E continuamos evoluindo e os Deuses também mudavam conosco, passaram a ensinar novos ofícios às mulheres para que cuidasse melhor de seu lar e criança, para que assim formassem um lar abençoado por Eles, ao homem ensinou a agricultura e foi cultuada como Deus da agricultura entre outros atributos, formando cada vez mais um panteão mais completo.
Deusa Demeter.

E os Deuses mudaram só em seus atributos ou aparecia também?
A vida é cíclica tudo muda, tudo evolui, afinal tudo que fica estático atrofia, assim também é com o homem e sua visão do sagrado ela muda e conforme descobrimos  ou aprendemos coisas novas temos outras necessidades também.
Com o tempo a Deusa foi perdendo sua importância, deixando de ser cultuada pela grande maioria, que tinha o foco matriarcal e passou a ser patriarcal e os Deuses também mudaram sua aparência, relevância e força, a ordem do culto em muitas culturas mudou, tornando um outro Deus mais popular que o anterior tudo muda, ate nossa forma de ver o sagrado.

Um texto que falava dos Deuses Egípcios como Bast, por exemplo, que mudaram em sua aparência, mantendo o lado animal.
Temos que entender que a primeira imagem do sagrado e da força vieram dos astros Sol e Lua, depois do animal, que causava medo, respeito e alimento.
A força do animal era algo divino e sagrado, os Deuses viviam próximo em tudo que existe, no Egito existiram gatos que foram tratados como Deuses ( eles nunka esqueceram a realeza) era a reencarnação de Bast, o Gamo sagrado entre os celtas o Deus é um animal selvagem e indômito, e muitos outros exemplos podem ser encontrados.

Vou copilar o texto que me fez criar este post.

a medida que este homem adquire mais experiência e aprende a enfrentar a natureza, o respeito pelos mistérios naturais diminui ao mesmo tempo que aumenta a valorização das qualidades humanas. Neste momento, seus deuses passam por um processo de transição de conceitos zoomórficos para antropomórficos, abandonando a forma animal para assumir a forma humana. Foi exatamente o que ocorreu com os egípcios. Algum tempo antes do advento da Primeira Dinastia, o antromorfismo, concepção dos deuses sob forma humana, apareceu na religião egípcia.
Mas a tradição não morre com facilidade e os velhos conceitos religiosos não são substituídos da noite para o dia. Os egípcios incorporaram o antropomorfismo pouco a pouco, fundindo as três ideias da natureza, do animal e do homem. Uma das primeiras divindades que experimentaram esta fusão foi Sekhmet com sua cabeça de leoa.
No Templo de Luxor, cães e gatos viviam em paz. Mas os egípcios não olhavam para eles com olhar indiferente ou compassivo. "Estes seres", diziam eles, "são receptáculos da alma. Não têm necessidade de conhecer os espíritos porque eles são os espíritos. " 

Copiei essa parte do texto pois imagino que muitas pessoas não tem essa proximidade com os termos técnicos, e o texto está perfeito.
Se pudéssemos enxergar da mesma forma que os antigos, respeitaríamos cada vez mais a natureza, por isso sentimos a necessidade do reconstrucionismo das religiões antigas, por isso sentimos falta dessa conexão, aos poucos nos afastamos e hoje muitos tentam com todas as suas forças voltar pra esse Sagrado, seja no amor pela natureza, admiração da lua e do sol, seja pelo respeito aos Deuses Antigos, seja pelo amor e cuidado com os animais ou natureza, o importante é lembrarmos que tudo tem vida e tudo é sagrado.




Sinta o sagrado no chão que pisa e em toda beleza que seus olhos possam enxergar.
Respeite todos os animais, cada planta, cada flor cada rio, lago ou praia.
Mesmo que os seres humanos esqueçam o Sagrado a Natureza não esquece que Ela é a mãe Sagrada e que também é uma divindade assim como eu e você e tudo que habita esse mundo e o outro ;)


Bjs e luz

)O( Freya Vivienne

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quer melhorar sua vida em qualquer aspecto?


Dia 26 de fevereiro quarta feira as 20hs Sua vida começará a mudar!!!
Assista a palestra online da onde estiver e MUDE!

Por que continuamos a recriar a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta,
por que continuamos recriando as mesmas realidades?
É incrível que temos opções e potenciais existentes e não termos consciência deles!
Venha conhecer o verdadeiro SEGREDO da Lei da atração, e aprenda a mudar sua realidade IMEDIATAMENTE com Karla Souza !!!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Trabalhando com os 4 elementos na leitura do Esmeralda Lenormand

Como trabalhar com os 4 elementos (terra, fogo, água e ar) durante uma leitura de cartas? Qual a influência da distância ou proximidade das cartas na interpretação das mesmas? Trabalhando diferentes aspectos em cada leitura, o resultado é, sem nenhuma dúvida, mais apurado e consistente. Venha estudar conosco, e compreender como isso funciona, na prática. Serão 3 encontros, com material de estudo, exercícios práticos e espaço para que você tire suas dúvidas. (apenas 15 vagas, para que a interação do grupo seja melhor aproveitada) espero por vocês! Dúvidas e Inscrições, através do email estudo@sensoriall.com - Após a inscrição você recebe o link para a sala de aula, e em cada encontro receberá material de apoio. Todos os encontros serão aos sábados


Princípios da Natureza do Sagrado

Reconstrucionismo Celta
A roda do Ano
O culto Celeste/Solar e o ideal de masculinidade.

Estou literalmente copiando um texto que encontrei e achei muito bom no Blog de Reconstrucionismo Celta, faço isso porque vejo muita gente confusa com as datas do Sabbat do motivo da roda do ano possuir datas diferentes no Brasil, claro que seu trabalho deve ser feito da forma que melhor se adapta a você, porem saber o porque os tradicionais defendem a ,mudança da data é sempre bom, pois mesmo que você não faça, terá a consciência de seu motivo e dos deles.
Através desse texto também teremos algumas informações sobre Deuses que acabam sendo pouco falado.
Boa Leitura!!!

A religiosidade dos Celtas da Antiguidade era politeísta, ou seja, acreditava em vários deuses, e animista, encontrava na natureza emanações do sagrado. Perdurou numa Europa repleta de florestas selvagens, e numa sociedade rural, na qual a agricultura e pastoreio consistiam na base econômica, e ocupação predominante no cotidiano. Sendo assim, é muito natural que sua religião estivesse imiscuída da natureza e ciclo agrícola. Atendiam a um calendário que celebrava a predecessão das estações, regida pelos deuses. 
Altar em Begnères nos Alpes,
mostrando com roda e suástica
Entendiam montanhas, florestas, clareiras, lagos, rios e fontes como localidades sagradas, passagens entre o mundo mortal e o divino, fazendo destes os seus templos. Esta mentalidade se fundamente em compreender todo o mundo e a realidade como sagrados. Assim, a natureza não é só criação dos deuses, ela é os deuses. Um trovão nos céus da Gália é o deus Taranis. O rio Boine na Irlanda é a deusa Boand, assim como o rio Sena na França, é a deusa Sequana, de quem seu nome deriva. 
Taranis galo-romano.

 
Existem centenas de entes ‘sobrenaturais’, deuses e deusas catalogados tanto pela arqueologia quanto pela mitologia, a maioria tópicas, ou seja, cultuados em uma determinada região. No entanto, são todas tipicamente celtas, dentro de um padrão encontrado em todas as sociedades celtas. Este padrão celta de divindade obedece às seguintes características: Triplicidade, os deuses apresentavam 3 atributos, e muitas vezes, apresentavam-se com 3 faces, componentes de uma só personalidade. Como por exemplo Brigid (Brigantia, Bríg, Brigindu) deusa da artes/artesãos, do fogo/cuidados do lar e crianças, e, dos Bardos (sacerdotes responsáveis pela música, poesia e história). Outra característica deste padrão é a vinculação a determinadas localidades geográficas e/ou a animais. Assim como a deusa Macha, que nomeia a planície de Emain Macha, no Ulster (norte da Irlanda), e está associada ao cavalo.  
Outro aspecto da religião dos Celtas da Antiguidade era o culto aos Ancestrais, um corpo “espiritual” de entes familiares falecidos, e a quem se rendia a primeira festividade do ano, e aquela que marcava o início do calendário, o Samhain (Samain, Samonios). Acreditavam na vida após a morte num Outro-mundo acessível, como não podia deixar de ser, através da natureza, como rios e lagos. Assim como os ensinamentos dos deuses, os Ancestrais são o espelho no qual as sociedades e indivíduos desejam se projetar, guardando sua história, feitos e exemplos, honrando-os e cultuando, para que a ética e a identidade perdurem através das gerações. Para tanto, guardar a herança cultural, a história dos mortais e dos deuses, e procurar igualar-se a eles, é o objetivo almejado nesta cultura, e cerne dos caminhos Reconstrucionistas.
 
Variações da Cultura Castrexa (Galícia) de rodas, suásticas e triskles.
Podemos compreender a religião dos Celtas da Antiguidade como fundamentada no culto a 3 tipos de entes sagrados: a Natureza e seus guardiões, os Deuses e os Ancestrais. E na observação e culto das 4 festividades pan-célticas, ou seja, encontrados em todas as sociedades célticas: O já citado Samhain, Imbolc, Beltaine e Lunasa. Em determinadas localidades, são também documentadas a existência de outras festividades, como na Galícia, onde se celebrava por volta do equinócio de primavera, a deusa Navia. Quando o Recons tem estas evidências, ele acrescenta a seu calendário, que é claro, podem não existir no calendário de Recons que cultuam outros panteões célticos.


Uma vez que estas festas marcam não só o calendário do RC, mas também marcavam na Antiguidade e marcam ainda, a observação dos ciclos da natureza e seus climas, fazemos a correspondência no Hemisfério Sul para os mesmos marcos climáticos, a que as festividades estão associadas no Hemisfério Norte. Isto porque entendemos que a natureza é divina e, portanto, um meio de comunhão para com o sagrado, logo é através dela, da observação dela e de experimentar suas epifanias que podemos reconhecer a realidade sagrada. Para exemplificar, se a festividade de Lunasa (celebrada em 1 de Agosto no Hemisfério Norte) marca na Cultura Celta o auge da influência do sol sobre a terra, do verão, calor e o momento da colheita, não há sentido em comemorá-la no inverno brasileiro, unicamente para atender à data, pois o fundamental não é a data, mas as manifestações da natureza. Fazemos então a inversão da seguinte forma: Samhain, celebrada no Hemisfério Norte no correspondente a 1 de Novembro, e no Hemisfério Sul a 1 de Maio; Imbolc, HN 1 de Fevereiro, e HS 1 de Agosto; Beltaine HN 1 de Maio e HS 1 de Novembro; e, Lunasa, HN 1 de Agosto e HS 1 de Fevereiro.


sábado, 25 de janeiro de 2014

Baba Yaga Oraculo da Deusa


Baba Yaga - Mulher Selvagem



Caminho pela floresta
e falo intimamente com os animais
Danço descalça na chuva
Danço nua
Viajo por caminhos
que eu mesma faço
e da maneira que me convém
Meus instintos e meu olfato são aguçados
Expresso livremente minha vitalidade 
minha alegria pura e exuberante 
para agradar a mim mesma
porque é natural
é o que tem de ser
Sou a selvagem e jubilosa energia vital
Venha e junte-se a mim
(O Oráculo da Deusa)


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Mitologia esquimó.

Mitologia esquimó.



Há algum tempo atrás recebi um email falando de uma palestra sobre o xamanismo esquimó, vi esse email que estava em meu lixo eletrônico dias antes da palestra que era há uma certa distancia de onde morava e fiquei super curiosa porem não pude ir.
A minha curiosidade me levou a uma boa conversa e uma pesquisa na net.
Vou juntar essas conversas, palestras sobre xamanismo que já vi e vamos juntos pensar nesse mundo tão distante do nosso?
Primeiro lugar o que seria o xamanismo?

Essa magia encantadora que vai alem dos índios norte americanos e do Seidhr praticado por Fréya.
É um conjunto de técnicas espirituais centradas na natureza.
Assisti algumas palestras de um amigo chamado Marcos Reis e lembro dele citar o que não pode faltar em uma pratica xamanica. São elas:
Animalismo:o conceito de que tudo tem vida
Princípios naturais, os elementos da natureza se fazem essenciais.
Ancestralidade, tanto a sanguínea quanto a da terra e da cultura que você segue.
E mistério, como tudo que envolva a magia.
E pensar em tudo isso no meio do gelo em um primeiro momento pra mim foi bem  complicado.
A imagem que veio na minha cabeça foi o branco do gelo e dois homenzinhos pescando naquele buraco de gelo, lembro de dizer na hora cadê a terra, tudo que penso envolve água, como cultuar os elementos sem a proximidade a ele, ai depois me dei conta que foi um pensamento bem exagerado rs

Mas quando fui pesquisar e o primeiro parágrafo do texto que encontrei fez toda a diferença.
“o circulo polar ártico é uma terra inóspita e impossível de cultivar; o povo vive da caça dos animais nativos, como focas e peixes para sobreviver, ou da limitada fauna terrestre, como a de ursos e cães.”
O xamã é o medico o sacerdote, aquele que tem a conexão com o lado espiritual de forma mais forte e capaz de cuidar de toda a espiritualidade da tribo. Aquele a quem todos recorrem quando o assunto é importante tanto na área de saúde quanto espiritual e esse mesmo xamã que faz a conexão com os espíritos da natureza.
Realmente vendo por esse ângulo é impossível não considerar tudo um presente do sagrado e ver a divindade presente em tudo, toda a luta e dificuldade de se sobreviver torna tudo mais importante e sagrado.
Eles são ligados aos espíritos da natureza, e veem tudo como sagrado e possuem um xamã e seus locais sagrados que possuem toda a força da ancestralidade.

Um objeto comum a esses xamãs  seriam suas bolsas de pele de foca, ou suas mascaras de madeira representando os espíritos, chamada inuas, que representam o espírito de algo : rochas, animais, plantas e etc.
Todo viajante deve fazer homenagens diante de uma inua..
Certos fenômenos típicos da região despertam um forte interesse, como a bela e misteriosa aurora boreal. Uns dizem que são os espíritos dos mortos dançando; outros, geralmente caçadores, acham que é o Homem das Luzes polares atirando flechas, para anunciar que a caça está chegando.



Também a lua é venerada, como Igaluk, um ser masculino. Conta-se que, uma vez humano, dormiu, sem o desejar, com sua irmã. Ao acordarem e ver o que fizeram, ambos sentiram vergonha, e decidiram deixar a terra, e não mais se verem; ele converteu-se na lua, ela, no sol. Igaluk é geralmente representado em pequenas esculturas de madeira, com penas para representar as estrelas, madeira clara para o ar, e madeira mais escura para a face da lua. É uma divindade que zela pelos humanos, controlando as marés e as estações do ano. É também conhecido como Homem da Lua.
Muitos de seus mitos tratam da metáfora de transcender as dificuldades e o ambiente hostil, chegando assim a uma vida agradável.

Com tudo isso pude parar e pensar que todo povo que possui uma ligação com o sagrado e entenda a natureza como sagrada mesmo com toda a dificuldade que enfrentar sempre verá a face dos Deuses como bela e agradável, pois toda a dificuldade traz algo bom consigo.

Bjs e luz
Michelle Araujo )O( Fréya Vivienne